STATUS

PANDEMIA GLOBAL

19.135.088

CASOS CONFIRMADOS

2.912.212

O Brasil inteiro já tem transmissão comunitária, ou seja, já não é mais possível identificar a trajetória de infecção do vírus, e atualmente possui casos em todas as suas federações.

 

SOBRE

Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias, geralmente leves a moderadas, semelhantes a uma gripe. A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus

comuns ao longo da vida.


A pandemia que vivemos hoje é provocada por um tipo específico de coronavírus (SARS-CoV-2),

que causa a doença chamada COVID-19. O nome da doença é uma sigla que significa COrona VIrus Disease (Doença do Coronavírus), enquanto “19” se refere ao ano de 2019, quando os primeiros casos foram divulgados publicamente.

 

O novo coronavírus foi descoberto em dezembro de 2019, após os primeiros casos registrados em Wuhan, na China.

A transmissão costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como:  

Gotículas de saliva;
 

Espirro, tosse e catarro;


Contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão;


Contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

Período médio de incubação:

 

Geralmente 5 a 7 dias, podendo chegar a 14, o período em que os primeiros sintomas levam para aparecer após a infecção.

Tratamento:


Não existe tratamento específico. É indicado repouso e hidratação, além de algumas medidas para aliviar os sintomas. Casos graves, em que há dificuldade de respirar, necessitam de internação e cuidados médicos.

Transmissão: 
 

De 7 a 14 dias após o início dos sintomas, o paciente infectado transmite o vírus. No entanto, dados sugerem que a transmissão ocorre mesmo em casos assintomáticos.

Cura:

O próprio sistema imunológico do corpo combate a infecção.

IMPORTANTE!

 O conjunto de ações abaixo tem o objetivo de conscientizar a população acerca do avanço do novo coronavírus. A propagação intensa do vírus no Brasil pode causar o colapso nas redes de atendimento para os casos mais graves, portanto, é muito importante que as medidas propostas pela OMS sejam seguidas.

COMO AGIR

Isolamento domiciliar

Permanecer em casa por 14 dias para casos confirmados, suspeitos, que apresentem síndrome gripal (febre, coriza e e sintomas respiratórios), de contato próximo com caso confirmado e viajantes que retornem ao Brasil do exterior;

Use máscara de tecido para falar com os outros, mantendo-se a uma distância mínima de 2 metros. Troque a máscara sempre que estiver úmida;

 

Não compartilhe ambientes, alimentos, roupas, talheres e roupas de cama;

Manter o ambiente limpo, arejado e ventilado, com todas as janelas abertas.

Redução de

contato social

Evitar ao máximo sair de casa, principalmente para as pessoas pertencentes ao grupo de risco: idosos, portadores de doenças crônicas, grávidas, lactantes e imunodeprimidos;

Evitar aglomerações (transporte público, restaurantes, mercados, praias e eventos ainda que privados);

No trabalho, se possível, adotar home office, reuniões virtuais e cancelar viagens não essenciais.

Higiene e etiqueta respirátória

Lavar constantemente as mãos com água e sabão por 40 a 60 segundos ou utilizar álcool em gel 70% por 20 a 30 segundos, caso não tenha acesso à água e sabão;

Limpar regularmente objetos e superfícies tocados com frequência com álcool 70% (mouse, corrimão, maçanetas, teclado). Celulares devem ser limpos com álcool isopropílico;

Não tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

Usar lenço descartável ou o antebraço quando tossir ou espirrar;

Manter distância de 2 metros de qualquer pessoa que esteja tossindo ou espirrando e usar máscara sempre que sair de casa.

 

GRUPOS DE RISCO

Algumas pessoas são mais vulneráveis a complicações do COVID-19. Esse grupo deve ter cuidado redobrado com as informações acimapois as chances de complicações são maiores. Além disso, esses grupos não devem parar seu tratamento nem sua medicação e obedecer às orientações de seus médicos.

Idosos

(com mais de

60 anos)

Crônicos

(diabéticos, hipertensos, cardíacos)

Pessoas com problemas respirátorios

(bronquite, asma, enfisema)

Pacientes oncológicos, imunodeprimidos e transplantados

Gestantes e lactantes

 

SINTOMAS

Febre;
Tosse;
Coriza;
Produção de escarro;

Dor de garganta;
Dificuldade de respirar;

Dificuldade de engolir;
Perda do olfato;
Perda do paladar;
Dor abdominal;
Diarreia;
Congestão nasal ou conjuntival;

1

+

Sintomas

leves

Febre

baixa

Tosse, coriza e congestão nasal

=

Fique em isolamento domiciliar, use medicação para alívio dos sintomas (antitérmicos e analgésicos) ou procure uma unidade de pronto atendimento hospitalar em caso de desconforto respiratório.

2

+

Sintomas

graves

Febre

alta

Dificuldade de respirar

=

Procure uma unidade hospitalar para atendimento imediato.

NÃO SE AUTOMEDIQUE!

Ainda não há comprovação científica de remédios para o tratamento do Covid-19, e existem efeitos colaterais que oferecem riscos à saúde. Se tiver sintomas leves como febre baixa e dor no corpo, utilize apenas antitérmicos e analgésicos (certifique-se de que não é alérgico à substância ativa do medicamento).

TeSTE

Já há cobertura nos planos de saúde com segmentação ambulatorial, hospitalar ou referência, mas apenas haverá indicação médica na situação 2 do quadro de sintomas.

 

No entanto, o Ministério da Saúde já está providenciando testes rápidos para facilitar e ampliar o diagnóstico. Logo, é possível que tenham mudanças nos próximos dias em relação ao protocolo de exames.

 

Consulte a sua operadora para informações sobre o local mais adequado para o exame.

 

VACINA

Infelizmente, ainda não existe vacina para o novo coronavírus. Porém, testes - já avançados - estão sendo feitos em diversas partes do mundo, e especialistas acreditam que, no melhor cenário, só teremos uma vacina pronta para ser usada após 18 meses.

 

A 3ª fase da campanha nacional de vacinação contra a gripe (influenza) vai até o dia 30/06 exclusivamente para professores da rede pública e privada e adultos de 55 a 59 anos de idade. Alguns municípios estão disponibilizando a vacinação domiciliar ou em sistema de drive-thru. Importante destacar que essa vacina não protege contra o coronavírus, mas ajuda na exclusão do diagnóstico de gripe, já que os sintomas são parecidos.

DÚVIDAS FREQUENTES

Aqui, provavelmente você encontrará as suas principais dúvidas sobre o novo coronavírus:

 
 

Existe tratamento contra o coronavírus?


O que o mundo enfrenta hoje é uma pandemia por um novo vírus. Não há vacina e nem tratamento específico para a doença. No entanto, medicamentos para controle dos sintomas podem ser empregados.




O que é o “período de incubação”?


É o intervalo entre a data de contato com o vírus até o início dos sintomas. No caso do COVID-19, já se sabe que o vírus pode ficar incubado por até duas semanas (14 dias), quando os sintomas aparecem desde a infecção.




Existem pessoas que contraem o vírus, mas nunca apresentam sintomas?


Sim. Algumas pessoas contrairão o vírus e jamais saberão disso - são assintomáticas. O problema é que essas pessoas também podem transmitir o vírus. Segundo um estudo da Escola de Saúde Pública da Universidade Columbia, de Nova York, pessoas sem sintomas são responsáveis por dois terços das infecções de coronavírus.




Por que o isolamento social é importante nesse momento?


O índice de transmissibilidade desse vírus é grande. Se não houver a redução da infecção entre as pessoas, vários casos que necessitarão de cuidados hospitalares chegarão até as unidades ao mesmo tempo, o que é incompatível com a capacidade de atendimento (por isso o Ministério da Saúde alerta que, se nenhuma medida for tomada, nosso sistema de saúde entrará em colapso, não sendo possível atender a demanda). Logo, se diminuirmos a velocidade de contágio como feito em outros países (Coréia do Sul, Singapura, Portugal), poderemos fazer com que nossa capacidade atual de atendimento seja suficiente para a quantidade de doentes.




Qual a diferença de isolamento para quarentena?


O isolamento é feito por um prazo de 14 dias, podendo ser estendido, dependendo dos resultados dos exames laboratoriais. É o tempo necessário para que o vírus se manifeste no corpo. O isolamento não é obrigatório, é um ato de civilidade para a proteção das outras pessoas.

Já a quarentena é uma medida restritiva para o trânsito de pessoas. Ou seja, esse procedimento é um ato administrativo, estabelecido pelas secretarias de saúde dos estados e municípios ou do Ministério da Saúde. A medida é adotada pelo prazo de até 40 dias, podendo se estender pelo tempo necessário.

Na quarentena adota-se medidas de restrição muito mais agressivas de contato, incluindo deslocamento e precauções específicas de barreira como uso de EPI (equipamento de proteção individual).

Importante ressaltar que ambos buscam diminuir a velocidade de transmissão do coronavírus.




Os seres humanos podem ser infectados com um novo coronavírus de origem animal?


Investigações detalhadas descobriram que o SARS-CoV-2 foi transmitido das civetas (um mamífero carnívoro de origem asiática) para humanos na China em 2002, e o MERS-CoV de camelos dromedários para humanos na Arábia Saudita em 2012. Vários Coronavírus conhecidos estão presentes em animais que ainda não infectaram humanos. À medida que o controle melhora em todo o mundo, é provável que mais Coronavírus sejam identificados.




Os idosos devem vacinar-se contra a gripe na campanha anual?


Sim, os idosos e todos os grupos aos quais a vacina é direcionada. Essa vacina imuniza o paciente contra o vírus Influenza, que causa uma doença com sintomas parecidos aos da COVID-19. Quando o paciente é vacinado e imunizado para a gripe, se ele apresentar sintomas respiratórios, o diagnóstico da COVID-19 fica facilitado. Além disso, os pacientes estarão protegidos contra a gripe do vírus Influenza, que pode resultar em casos graves neste grupo de pessoas.




Quais são os sintomas apresentados por uma pessoa que foi infectada com um Coronavírus?


Os sinais comuns incluem sintomas respiratórios, febre, tosse, falta de ar e dificuldades respiratórias. Em casos mais graves, a infecção pode causar pneumonia, síndrome respiratória aguda grave, insuficiência renal e até a morte.




Os coronavírus podem ser transmitidos de pessoa para pessoa?


Sim, geralmente após contato próximo com um paciente infectado, como por exemplo, em casa ou num centro de saúde. É possível também no contato com superfícies infectadas




Como posso higienizar a minha casa para protegê-la do vírus?


Limpar as superfícies com álcool 70% ou água sanitária (diluída corretamente) são medidas eficazes que matam os vírus. Além disso, é importante manter os ambientes arejados.




Existe uma vacina para o novo coronavírus?


Não. Quando uma doença surge, não existe vacina até que uma possa ser desenvolvida após testes em laboratório. Segundo a OMS, este processo pode levar alguns anos.




O que a pessoa pode fazer para se proteger?


Evitar sair de casa, principalmente para lugares com aglomerações de pessoas; se precisar sair, use máscara de tecido; realizar higiene frequente das mãos; não levar as mãos ao rosto sem lavá-las antes; alimentar-se de forma segura; e evitar contato próximo com qualquer pessoa que mostre sintomas como tosse e espirros.




Os profissionais de saúde sofrem risco de contrair o novo coronavírus?


Sim, pois eles têm contato com os pacientes com mais frequência do que o público em geral.




Existe a possibilidade de erros no resultado do teste rápido para o novo coronavírus?


Depende do tipo de teste rápido. Se for um teste baseado na detecção de anticorpos no sistema imunológico do paciente, esse teste precisa ser feito na janela de identificação dos mesmos no sangue, que pode demorar de 7 a 10 dias a partir da infecção. Se o teste for realizado antes desse período, durante o quadro inicial de sintomas, existe a possibilidade do teste gerar um resultado falso negativo.




Uma pessoa que já contraiu o novo coronavírus pode contrair novamente ou fica imune?


Não há estudos que comprovem que a imunidade adquirida na primeira infecção vá proteger em uma provável segunda exposição ao mesmo vírus. É preciso estudos mais elaborados no que se refere a resposta imunológica do novo coronavirus.




Como posso diferenciar os sintomas do novo coronavírus de uma gripe comum ou um resfriado?






LINKS E TELEFONES ÚTEIS

Disque Saúde - 136  

 

Ministério da Saúde - https://coronavirus.saude.gov.br/

 

Aplicativo Coronavírus - SUS do Ministério da Saúde 
(download disponível para Android e iOS)

Mapa em tempo real https://gisanddata.maps.arcgis.com/apps/opsdashboard/index.html#/bda7594740fd40299423467b48e9ecf6

 

DOWNLOADS

O Grupo Case, durante esse período, vem produzindo materiais sobre o novo coronavírus em diversos formatos com o intuito de facilitar a disseminação das informações, essenciais nesse momento de emergência da saúde pública. Importante destacar que todo o conteúdo tem validação e atualização frequente de nossa área médica qualificada. A data que consta nos materiais corresponde à última atualização validada, ou seja, após elas não ocorreram mudanças nas informações. Os arquivos estão distribuídos por assunto.

 

FONTES

Ministério da Saúde | ANS | OMS

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